15-16-18 de Maio.15 às 21.30h
17 de Maio.15 às 16h
O QUE FAZER PARA SER
Uma peça teatral de Mário Palma Jordão | Encenação de Karas
Produção Ninho de Víboras (2012)
Um projecto de Sérgio Grilo e Karas
Interpretação de Karas ("Tim") e Paulo Diegues ("Flip")
Cenografia e Grafismo de Carlos Janeiro
Iluminação de Gabriel Orlando
Assistência de encenação de Francisca Lima
Operação Técnica de Cristina Gonçalves
Fotografia de cena de António Coelho
Espectáculo subsidiado pela Câmara Municipal de Almada
Teatro-Estúdio António Assunção
Rua Conde de Ferreira, 3-5, Almada
sábado, 9 de maio de 2015
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Reposição de DILEMA no âmbito do 1º Encontro de Artes Performativas na Comunidade de Almada organizado pela Companhia de Dança de Almada
DILEMA DE MARIA JOÃO GARCIA / NINHO DE VÍBORAS
8 MAIO sexta | 21H30 - dança | M/12
Ca.DA Centro – Edifício da Academia Almadense

"Recupero, nesta criação, a ideia de um qualquer desabamento cósmico na história passada de uma mulher, e o dilema que a travessia do seu presente coloca. Uma personagem que não sabe o que fazer com o tempo, que de qualquer das maneiras não pára de passar. A escolha obrigatória entre várias soluções, nenhuma delas aceitável ou que levam a semelhante conclusão.
Que argumentos sustentam as escolhas que fazemos? A citação nunca é uma forma exacta: repetimos erros, falsas memórias e, efectivamente, o lema que nos conduz é uma construção própria.
Viver ou morrer? Justiça ou vingança? Tomar um partido, ter uma posição. Como se o mundo fosse verdadeiramente bipolar, branco ou preto, norte ou sul, leve ou pesado. Cara ou coroa." (Maria João Garcia)
Concepção e Direcção Maria João Garcia
8 MAIO sexta | 21H30 - dança | M/12
Ca.DA Centro – Edifício da Academia Almadense

"Recupero, nesta criação, a ideia de um qualquer desabamento cósmico na história passada de uma mulher, e o dilema que a travessia do seu presente coloca. Uma personagem que não sabe o que fazer com o tempo, que de qualquer das maneiras não pára de passar. A escolha obrigatória entre várias soluções, nenhuma delas aceitável ou que levam a semelhante conclusão.
Que argumentos sustentam as escolhas que fazemos? A citação nunca é uma forma exacta: repetimos erros, falsas memórias e, efectivamente, o lema que nos conduz é uma construção própria.
Viver ou morrer? Justiça ou vingança? Tomar um partido, ter uma posição. Como se o mundo fosse verdadeiramente bipolar, branco ou preto, norte ou sul, leve ou pesado. Cara ou coroa." (Maria João Garcia)
Concepção e Direcção Maria João Garcia
Interpretação Carla Ribeiro
Som e Luz David Palma e Maria João Garcia
Fotografia Sandra Ramos e Nuno Mota
Produção Ninho de Víboras
Fotografia Sandra Ramos e Nuno Mota
Produção Ninho de Víboras
Apoio Câmara Municipal de Almada
Agradecimentos Pedro Sousa, Mónica Samões, Sandro Esperança e a todos os participantes/figurantes
terça-feira, 21 de abril de 2015
O QUE FAZER PARA SER n'A Comuna (Lisboa)
TEATRO A COMUNA - Praça de Espanha, Lisboa
O QUE FAZER PARA SER
Uma peça teatral de Mário Palma Jordão com encenação de Karas
Interpretada pelos actores Paulo Diegues ("Flip") e Karas ("Tim")
Produção Ninho de Víboras (2012)

Tim e Flip habitam um espaço e um tempo indefinidos - um impasse. Tim faz paciências, Flip está muito doente. Num aparente diálogo de surdos-mudos, de toada minimalista, cada um tenta furtar-se à solidão, questionado a própria existência, anseando por ser. Trata-se, na verdade, de um duplo combate: contra a morte e à procura da vida.
Uma peça teatral de Mário Palma Jordão com encenação de Karas
Interpretada pelos actores Paulo Diegues ("Flip") e Karas ("Tim")
Produção Ninho de Víboras (2012)

sábado, 4 de abril de 2015
O QUE FAZER PARA SER no Auditório da Costa da Caparica [10 Abr.]
Sexta-feira, 10 de Abril - às 21:30
no âmbito do programa A GANDAIA ESTÁ EM FESTA - 3º aniversário.
O QUE FAZER PARA SER
Uma peça teatral de Mário Palma Jordão | Encenação de Karas
Produção Ninho de Víboras (2012)
Um projecto de Sérgio Grilo e Karas
Interpretação de Karas ("Tim") e Paulo Diegues ("Flip")
Cenografia e Grafismo de Carlos Janeiro
Iluminação de Gabriel Orlando
Assistência de encenação de Francisca Lima
Operação Técnica de Cristina Gonçalves
Fotografia de cena de António Coelho
Espectáculo subsidiado pela Câmara Municipal de Almada
Auditório Costa da Caparica - Centro Comercial O PESCADOR
Praça da Liberdade, nº 17A - 1º andar | COSTA DA CAPARICA.
no âmbito do programa A GANDAIA ESTÁ EM FESTA - 3º aniversário.
O QUE FAZER PARA SER
Uma peça teatral de Mário Palma Jordão | Encenação de Karas
Produção Ninho de Víboras (2012)
Um projecto de Sérgio Grilo e Karas
Interpretação de Karas ("Tim") e Paulo Diegues ("Flip")
Cenografia e Grafismo de Carlos Janeiro
Iluminação de Gabriel Orlando
Assistência de encenação de Francisca Lima
Operação Técnica de Cristina Gonçalves
Fotografia de cena de António Coelho
Espectáculo subsidiado pela Câmara Municipal de Almada
Auditório Costa da Caparica - Centro Comercial O PESCADOR
Praça da Liberdade, nº 17A - 1º andar | COSTA DA CAPARICA.
sábado, 21 de março de 2015
O QUE FAZER PARA SER no Animateatro, Amora [28 Mar.15]
ANIMATEATRO, Amora, Seixal
28 Mar. 15 - 21h30
O QUE FAZER PARA SER
Uma peça de Mário Palma Jordão | Encenação Karas
Um projecto de Sérgio Grilo e Karas
Com Paulo Diegues e Karas
Cenografia de Carlos Janeiro
Iluminação de Gabriel Orlando
Operação de Luz de Cristina Gonçalves
Produção Ninho de Víboras (2012)
Acolhimento do Animateatro Companhia de Teatro

Tim e Flip habitam um espaço e um tempo indefinidos - um impasse. Tim faz paciências, Flip está muito doente. Num aparente diálogo de surdos-mudos, de toada minimalista, cada um tenta furtar-se à solidão, questionado a própria existência, anseando por ser. Trata-se, na verdade, de um duplo combate: contra a morte e à procura da vida.
UM ESTADO DE URGÊNCIA
Foi uma rede de acasos e afinidades que me colocou no caminho das peças de Mário Palma Jordão. Ora, eu tenho bastante respeito pelo poder do acaso — mais, até: reverência, por quem se atreve a inventar, fixar e contar uma narrativa. E não é só uma questão de respeito; materializar em público o dito atrevimento é hoje um gesto bélico, uma radical manifestação de liberdade, que se quer urgente.
Sérgio Grilo entendia essa postura de uma forma ainda mais radical: o teatro como campo de uma batalha contra o absurdo da existência. Neste que se tornaria o seu último trabalho teatral, escolheu partilhar connosco a sua imensa ousadia e arte, ensinando-nos como se brinca em patamares que tanto têm de aterrador quanto de sublime.
«O Que Fazer Para Ser» impõe-se, assim, como um “aventurar obrigatório” e a autoridade do estado teatral é irrefutável. Tentaremos, mau-grado os perigos, dar conta desse território selvagem que é uma nova peça de teatro. E regressar, convosco, dessa descoberta.
O QUE FAZER PARA SER
Uma peça de Mário Palma Jordão | Encenação Karas
Um projecto de Sérgio Grilo e Karas
Com Paulo Diegues e Karas
Cenografia de Carlos Janeiro
Iluminação de Gabriel Orlando
Operação de Luz de Cristina Gonçalves
Produção Ninho de Víboras (2012)
Acolhimento do Animateatro Companhia de Teatro

Tim e Flip habitam um espaço e um tempo indefinidos - um impasse. Tim faz paciências, Flip está muito doente. Num aparente diálogo de surdos-mudos, de toada minimalista, cada um tenta furtar-se à solidão, questionado a própria existência, anseando por ser. Trata-se, na verdade, de um duplo combate: contra a morte e à procura da vida.
UM ESTADO DE URGÊNCIA
Foi uma rede de acasos e afinidades que me colocou no caminho das peças de Mário Palma Jordão. Ora, eu tenho bastante respeito pelo poder do acaso — mais, até: reverência, por quem se atreve a inventar, fixar e contar uma narrativa. E não é só uma questão de respeito; materializar em público o dito atrevimento é hoje um gesto bélico, uma radical manifestação de liberdade, que se quer urgente.
Sérgio Grilo entendia essa postura de uma forma ainda mais radical: o teatro como campo de uma batalha contra o absurdo da existência. Neste que se tornaria o seu último trabalho teatral, escolheu partilhar connosco a sua imensa ousadia e arte, ensinando-nos como se brinca em patamares que tanto têm de aterrador quanto de sublime.
«O Que Fazer Para Ser» impõe-se, assim, como um “aventurar obrigatório” e a autoridade do estado teatral é irrefutável. Tentaremos, mau-grado os perigos, dar conta desse território selvagem que é uma nova peça de teatro. E regressar, convosco, dessa descoberta.
domingo, 9 de novembro de 2014
ATÉ AMANHÃ! na 18ª Mostra de Teatro de Almada [15 Nov.14]
Ninho de Víboras
“ATÉ AMANHÃ!” M/12
15 NOVEMBRO | SÁBADO | 18H00
CASA MUNICIPAL DA JUVENTUDE CACILHAS
foto Nuno Morais
Num estabelecimento prisional, um prisioneiro em recuperação por tentativa de suicídio passa a ter consultas diárias com uma psicóloga. No decurso destas a relação inicial de desconfiança passa por fases de resistência, de crispação, de conflito aberto, de aproximação, de necessidade, de dependência e finalmente falhanço nas tentativas que ambos vão fazendo de se entenderem — um ao outro.
O texto de A. Branco obteve a distinção João Osório de Castro, do Fórum Teatral Ibérico (2008) e uma Menção Honrosa INATEL/ TEATRO – Novos Textos (2005). O Ninho de Víboras estreou este espectáculo no Teatro da Trindade em Setembro de 2013.
FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: A. Branco
Encenação: Eduardo Condorcet
Interpretação: Isabel Simões Marques e Rogério Jacques
Guarda-Roupa: Tânia Franco
Iluminação: Gabriel Orlando
Operação técnica: Karas
Música: Pedro Ferreira
Fotografia: Nuno Morais
Grafismo: Carlos Janeiro
Produção Executiva: Nilza Sousa
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
DILEMA estreia na 17ª Mostra de Teatro de Almada - 16 e 17 Novembro 2013
16 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H30
17 NOVEMBRO | DOMINGO | 18H00
17 NOVEMBRO | DOMINGO | 18H00
TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE – SALA DE ENSAIOS
Ninho de Víboras
Ninho de Víboras
DILEMA | M/12 ESTREIA - conversa com o público no final do espetáculo
Uma personagem que não sabe o que fazer com o tempo, que de qualquer das maneiras não pára de passar. A escolha obrigatória entre várias soluções, nenhuma delas aceitável ou que levam à mesma conclusão. Que argumentos sustentam as escolhas-decisões que fazemos? A citação nunca é uma forma exacta: repetimos erros, falsas memórias e, efectivamente, o lema que nos conduz é uma construção própria. Viver ou morrer? Justiça ou vingança? Tomar um partido, ter uma posição. Como se o mundo fosse verdadeiramente bipolar, branco ou preto, norte ou sul, leve ou pesado. Cara ou coroa?» Maria João Garcia
Concepção, Direção artística e Coreografia: Maria João Garcia
Interpretação: Carla Ribeiro
Participação: Ana Alves, Ana Pires, Bruna Gouveia, Carolina Eliezer, Débora Costa, Débora Ramos, Débora Rebocho, Inês Moreira, Mariana Baldé, Marta Noémi, Mel, Mélissa Soares, Ricardo Folgado e Tiago Filipe (alunos da Escola Secundária Anselmo de Andrade)
Som e Luz: David Palma, Maria João Garcia e Pedro Sousa
Imagem: Vítor Cid
Fotografia: Sandra Ramos
Produção: Ninho de Víboras
Apoio: Câmara Municipal de Almada
Concepção, Direção artística e Coreografia: Maria João Garcia
Interpretação: Carla Ribeiro
Participação: Ana Alves, Ana Pires, Bruna Gouveia, Carolina Eliezer, Débora Costa, Débora Ramos, Débora Rebocho, Inês Moreira, Mariana Baldé, Marta Noémi, Mel, Mélissa Soares, Ricardo Folgado e Tiago Filipe (alunos da Escola Secundária Anselmo de Andrade)
Som e Luz: David Palma, Maria João Garcia e Pedro Sousa
Imagem: Vítor Cid
Fotografia: Sandra Ramos
Produção: Ninho de Víboras
Apoio: Câmara Municipal de Almada
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
segunda-feira, 22 de julho de 2013
quinta-feira, 30 de maio de 2013
O QUE FAZER PARA SER na 14ª Mostra Internacional de Teatro de Santo André
1 Jun. 13 (sábado)
- 17h
14ª Mostra Internacional de Teatro de Santo André
Centro de Actividades Pedagógicas Alda Guerreiro, Vila Nova de Santo André
Centro de Actividades Pedagógicas Alda Guerreiro, Vila Nova de Santo André
M/12 | 50 min. | Bilhetes: €5
O QUE FAZER PARA SER
Uma peça
teatral de Mário
Palma Jordão | Encenação KarasCom Sérgio Grilo e Karas
Cenografia de Carlos Janeiro
Iluminação de Paulo Diegues
Fotografia de cena de António Coelho
Produção Ninho de Víboras (2012)
sexta-feira, 15 de março de 2013
NINHO DE VÍBORAS nos PRIMEIROS SINTOMAS
Em acolhimento no espaço da companhia Primeiros Sintomas (Lisboa), o colectivo Ninho de Víboras apresenta o espectáculo «O QUE FAZER PARA SER» - uma encenação de Karas para um texto inédito de Mário Palma Jordão.
Esta produção prossegue uma orientação assumida pelo Ninho de Víboras desde a sua criação em 1996: a de apresentar, em primeira mão, o trabalho de novos dramaturgos portugueses.
As apresentações decorrerão de 20 a 25 de Março, sempre às 21H30.
O preço do ingresso é de 6 euros (preço único).
Recomenda-se marcação prévia para o tm: 91 534 19 74 (lotação: 25 lugares).
O espaço Primeiros Sintomas situa-se na Rua da Ribeira Nova, 44 (traseiras do Mercado da Ribeira, Cais do Sodré, Lisboa).
Uma peça teatral de Mário Palma Jordão
Interpretada pelos actores Sérgio Grilo ("Tim") e Karas ("Flip")
Cenografia de Carlos Janeiro
Fotografia de cena de António Coelho
Iluminação de Paulo Diegues
Encenação de Karas
Produção de Ninho de Víboras (2012)
Apoios: DEMIMONDE e Teatro Meridional
Espectáculo subsidiado pela Câmara Municipal de Almada (2012)
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Ninho de Víboras estreia O QUE FAZER PARA SER na 16ª Mostra de Teatro de Almada
O QUE FAZER PARA SER
DE MÁRIO PALMA JORDÃO
14 NOVEMBRO, QUARTA-FEIRA, ÀS 21H30
RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA (ANTIGO CASINO)
M/12
Encenação Karas
Intérpretes Sérgio Grilo, Karas
Fotografia António Coelho
Iluminação Paulo Diegues
Cenografia Carlos Janeiro
Produção Executiva Ninho de Víboras
Tim e Flip habitam um espaço e um tempo indefinidos - um impasse. Tim faz paciências, Flip está muito doente. Num aparente diálogo de surdos-mudos, de toada minimalista, cada um tenta furtar-se à solidão, questionado a própria existência, ansiando por ser.
“Um estado de urgência. Foi uma rede de acasos e afinidades que me colocou no caminho das peças de Mário Palma Jordão. Ora, eu tenho bastante respeito pelo poder do acaso; mais ainda: reverência, por quem se atreve a inventar, fixar e contar uma narrativa. E não é só uma questão de respeito: materializar em público o dito atrevimento é hoje um gesto bélico, uma radical manifestação de liberdade — que se quer urgente. O que Fazer para Ser impôs-se, para mim e para o Sérgio, como um “aventurar obrigatório”; e a autoridade do estado teatral é irrefutável. Tentaremos, mau-grado os perigos, dar conta desse território selvagem que é uma nova peça de teatro. E regressar, convosco, dessa descoberta.” Karas
quarta-feira, 14 de março de 2012
O Ninho de Víboras apresenta:
Concepção e Direcção: Maria João Garcia
TUDO E NADAS. E AGORA NADA.
de Maria João Garcia
M/3 – 40 min.
16 de março 2012
Casa de Teatro de Sintra – 21h30
PERIFERIAS – 1º festival internacional de artes performativas em
sintra
Quando estreei a peça “Tudo e Nadas” fiquei com a sensação de que um dia
mais tarde voltaria a (re)visitá-la. Tal nunca chegou a acontecer até agora,
passados cinco anos.
“Tudo e Nadas” resultou de um processo de criação na área da dança contemporânea que se desdobrou na apresentação de excertos (Aveiro, Lisboa, Porto e Torres Vedras) e da sua versão integral (Almada e Moita). Na altura questionava-me sobre a construção identitária de uma obra artística e estabelecia relação com o próprio artista que lhe dá vida. O verdadeiro artista...
Hoje sei que “Tudo e Nadas” nunca chegou a ter identidade, mas acompanhou-me naquele momento. Razão suficiente para juntar os pedaços de tudo e dos nadas do passado, acrescentar o manifesto do presente e ensaiar uma nova versão para apresentar em Sintra, no Periferias.
“Tudo e Nadas. E agora nada.” é, sem sombra de dúvida, uma viagem ao percurso de uma mulher artista. Retalhos, momentos que são tudo mas que, na verdade, não são nada.
“Tudo e Nadas” resultou de um processo de criação na área da dança contemporânea que se desdobrou na apresentação de excertos (Aveiro, Lisboa, Porto e Torres Vedras) e da sua versão integral (Almada e Moita). Na altura questionava-me sobre a construção identitária de uma obra artística e estabelecia relação com o próprio artista que lhe dá vida. O verdadeiro artista...
Hoje sei que “Tudo e Nadas” nunca chegou a ter identidade, mas acompanhou-me naquele momento. Razão suficiente para juntar os pedaços de tudo e dos nadas do passado, acrescentar o manifesto do presente e ensaiar uma nova versão para apresentar em Sintra, no Periferias.
“Tudo e Nadas. E agora nada.” é, sem sombra de dúvida, uma viagem ao percurso de uma mulher artista. Retalhos, momentos que são tudo mas que, na verdade, não são nada.
Concepção e Direcção: Maria João Garcia
Interpretação e co-criação:
Maria Radich
Texto: Nuno
Barreiro
Produção: Ninho
de Víboras
Agradecimentos: Catarina Ascenção,
David Palma, João de Mello Alvim, Miguel Fonseca e Susana Vidal
Chão de Oliva/Casa de Teatro de Sintra | Rua Veiga da
Cunha,20 Sintra
Informações: +351 21 923 37 19 / +351 91 926 32 56 / chaodeoliva@chaodeoliva.com
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Informações: +351 21 923 37 19 / +351 91 926 32 56 / chaodeoliva@chaodeoliva.com
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sábado, 31 de dezembro de 2011
reposição de PONTO MORTO em Cacilhas - 12, 13 e 14 de Janeiro 2012
ponto morto M/12
a partir de “Na solidão dos campos de algodão” de Bernard-Marie Koltès
Direcção artística Maria João Garcia
12, 13 e 14 de Janeiro 2012 – 21h30
Casa Municipal da Juventude, Cacilhas (Ponto de Encontro)
Para conceber este espectáculo escolhi partir da acção do texto “Na solidão dos campos de algodão” de Bernard-Marie Koltès: um encontro entre dois homens num lugar escuro. Mais tarde percebi que a conversa que os suspenderia naquele lugar podia ser, perfeitamente, uma versão minha, bastante alterada e condensada, das várias traduções que encontrei do próprio texto.
Para conceber este espectáculo escolhi partir da acção do texto “Na solidão dos campos de algodão” de Bernard-Marie Koltès: um encontro entre dois homens num lugar escuro. Mais tarde percebi que a conversa que os suspenderia naquele lugar podia ser, perfeitamente, uma versão minha, bastante alterada e condensada, das várias traduções que encontrei do próprio texto.
Interessou-me a possibilidade de poder oferecer ao público um diálogo intrigante e inteligente entre duas personagens, sem guardar lugar para a distracção, onde cada pessoa fosse uma testemunha (in)voluntária de um combate de palavras que aborda aspectos mundanos das relações humanas. O poder que exercemos sobre alguém, a determinação com que afirmamos as nossas convicções, a dificuldade que temos em confiar nos outros e no que dizem, os argumentos que nos defendem dos ataques constantes, a solidão diária, a expectativa perante o outro, a escala de valores que utilizamos para tomar decisões a cada instante da vida.
“Ponto morto” é um lugar de confronto, mas também de negociação permanente, onde a propósito de uma suposta transacção entre dois homens se cria um lugar de debate dentro e fora do espectáculo. (MJG)
O colectivo artístico Ninho de Víboras tem hoje 15 anos. Percorreu os diversos espaços do concelho de Almada para levar ao público as suas criações, desde a Incrível Almadense ao Auditório Fernando Lopes-Graça, passando pelo Teatro Extremo, Ginjal, Teatro Municipal ou Recreios Desportivos da Trafaria (antigo Casino). Mas onde passou mais tempo a trabalhar foi na Casa Municipal da Juventude de Cacilhas, aonde regressa para apresentar “Ponto morto”, a peça estreada na última Mostra de teatro de Almada.
sábado, 4 de junho de 2011
Um Capucho, Dois Lobos e Um Porco Vezes Três em Santiago do Cacém
5. Jun. 11 - 11h
Auditório Municipal António Chainho, Santiago do Cacém
M/6
Um Capucho, Dois Lobos e Um Porco Vezes Três
de Sónia Baptista
Com Sónia Baptista, Miguel Bonneville e Rogério Nuno Costa
Lê-se duas histórias e fica-se a matutar: Então não é que não só o capuchinho viaja descaradamente de uma história para a outra como os dois lobos, na sua mal fadada brutidade, se não são parentes são de certeza aparentados. E os porcos? Claramente trigémeos apatetados. Sendo assim, 3 intérpretes transformam-se, encarnando e povoando palavras versejantes, músicas dançantes e imagens em movimento delirantes.
Auditório Municipal António Chainho, Santiago do Cacém
M/6
Um Capucho, Dois Lobos e Um Porco Vezes Três
de Sónia Baptista
Com Sónia Baptista, Miguel Bonneville e Rogério Nuno Costa
Lê-se duas histórias e fica-se a matutar: Então não é que não só o capuchinho viaja descaradamente de uma história para a outra como os dois lobos, na sua mal fadada brutidade, se não são parentes são de certeza aparentados. E os porcos? Claramente trigémeos apatetados. Sendo assim, 3 intérpretes transformam-se, encarnando e povoando palavras versejantes, músicas dançantes e imagens em movimento delirantes.
Auditório Municipal António Chainho | Av. 1º de Maio, Santiago do Cacém, Portugal
quarta-feira, 27 de abril de 2011
HAIKAI de Sónia Baptista no Dia Mundial da Dança
29. Abr 11 - 21h30
THEATRO CIRCO DE BRAGA
Espectáculo integrado nas comemorações do Dia Internacional da Dança e na (A)MOSTRA | ODISSEIA | M/12
HAIKAI de Sónia Baptista
Os haikai escrevem-se em japonês com poucas palavras, uma simplicidade aparente carregada de sentido como tantas coisas pequenas cujo significado transcende a sua pequenês. Os meus haikai respiram e constroem-se com uma resistência à prova de quase tudo. Os meus haikai são balões blindados. Os meus haikai são teimosos, tomam-me a cabeça de assalto e depois não há maneira de os fazer arredar pé. Os meus haikai são histórias daquilo que é mesmo importante, do que me oxigena o cérebro e acaricia o coração. Atrás de um haiku vem sempre mais um haiku e o meu corpo vai-se desdobrando como um enorme lençol dizendo coisas sem as dizer.
Neste trabalho a criadora recicla alguns dos seus primeiros haikai estreando também novos solos.
Concepção, Escrita, Criação e Interpretação Sónia Baptista
Desenho de Luz Pedro Machado
Vídeo Rui Ribeiro, Sónia Baptista e Helena Nogueira Silva
Produção Executiva Meninos Exemplares/João Lemos
Produção Ninho de Víboras
THEATRO CIRCO | Av. da Liberdade, 697 | Braga
Mais informações: http://www.theatrocirco.com
THEATRO CIRCO DE BRAGA
Espectáculo integrado nas comemorações do Dia Internacional da Dança e na (A)MOSTRA | ODISSEIA | M/12
HAIKAI de Sónia Baptista
Os haikai escrevem-se em japonês com poucas palavras, uma simplicidade aparente carregada de sentido como tantas coisas pequenas cujo significado transcende a sua pequenês. Os meus haikai respiram e constroem-se com uma resistência à prova de quase tudo. Os meus haikai são balões blindados. Os meus haikai são teimosos, tomam-me a cabeça de assalto e depois não há maneira de os fazer arredar pé. Os meus haikai são histórias daquilo que é mesmo importante, do que me oxigena o cérebro e acaricia o coração. Atrás de um haiku vem sempre mais um haiku e o meu corpo vai-se desdobrando como um enorme lençol dizendo coisas sem as dizer.
Neste trabalho a criadora recicla alguns dos seus primeiros haikai estreando também novos solos.
Concepção, Escrita, Criação e Interpretação Sónia Baptista
Desenho de Luz Pedro Machado
Vídeo Rui Ribeiro, Sónia Baptista e Helena Nogueira Silva
Produção Executiva Meninos Exemplares/João Lemos
Produção Ninho de Víboras
THEATRO CIRCO | Av. da Liberdade, 697 | Braga
Mais informações: http://www.theatrocirco.com
sábado, 16 de abril de 2011
Ninho de Víboras estreia PONTO MORTO na 15ª Mostra de Teatro de Almada
17. Abr 11 - 21h30
RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA (antigo casino), Trafaria / Almada
45’ | M/12
PONTO MORTO
de Maria João Garcia
partir do texto “Na solidão dos campos de algodão” de Bernard-Marie Koltès

Se o texto “Na solidão dos campos de algodão” de Bernard-Marie Koltès é o ponto de partida para o acto artístico, o ponto de chegada pretende ser um espectáculo que se apropria da situação que o texto propõe - um encontro entre dois homens que, a pretexto de uma suposta transacção, discorrem sobre o poder que cada um exerce sobre o outro e a convicção com que afirmamos os nossos propósitos no mundo, independentemente da escala de valores que utilizamos.
Desenho de Luz e Fotografia Alexandre Coelho
Som Emídio Buchinho
Com a colaboração de Karas, David, Sandra Ramos, Inês Nogueira e Pedro Sousa
Produção Ninho de Víboras
Apoios Câmara Municipal de Almada, Escola Andelmo de Andrade, Recreios Desportivos da Trafaria e Gitt
Agradecimentos casaBranca
Recreios Desportivos da Trafaria (antigo Casino)|Rua Guedes Coelho nº7, Trafaria
Informações e reservas: 21 273 81 02 | pteixeira@cma.m-almada.pt (seg. a sx.: 9.30h – 12.30h / 14.00h – 17.30h) ou viboras@netcabo.pt
Bilhetes: €5 |Bilhetes com desconto: €3,5
RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA (antigo casino), Trafaria / Almada
45’ | M/12
PONTO MORTO
de Maria João Garcia
partir do texto “Na solidão dos campos de algodão” de Bernard-Marie Koltès

Se o texto “Na solidão dos campos de algodão” de Bernard-Marie Koltès é o ponto de partida para o acto artístico, o ponto de chegada pretende ser um espectáculo que se apropria da situação que o texto propõe - um encontro entre dois homens que, a pretexto de uma suposta transacção, discorrem sobre o poder que cada um exerce sobre o outro e a convicção com que afirmamos os nossos propósitos no mundo, independentemente da escala de valores que utilizamos.
Um combate, sem chegar a sê-lo, entre duas vidas suspensas àquela hora e naquele lugar.
O colectivo artístico Ninho de Víboras surgiu em 1996, no mesmo ano em que se realizou a primeira Mostra de Teatro de Almada. Desde então participou em todas as edições, por vezes com mais do que um espectáculo ou actividade. Fez percorrer a Mostra por diversos espaços, desde a Incrível Almadense ao Auditório Fernando Lopes-Graça, passando pelo Teatro Extremo ou pelo Ginjal, pelas Casas da Juventude ou pelo Teatro Municipal, e várias vezes pelos Recreios Desportivos da Trafaria, local onde regressa nesta 15ª edição para estrear “Ponto morto”, uma performance teatral dirigida por Maria João Garcia.
Concepção e Direcção Maria João Garcia
Interpretação Paulo Diegues e Rui CerveiraO colectivo artístico Ninho de Víboras surgiu em 1996, no mesmo ano em que se realizou a primeira Mostra de Teatro de Almada. Desde então participou em todas as edições, por vezes com mais do que um espectáculo ou actividade. Fez percorrer a Mostra por diversos espaços, desde a Incrível Almadense ao Auditório Fernando Lopes-Graça, passando pelo Teatro Extremo ou pelo Ginjal, pelas Casas da Juventude ou pelo Teatro Municipal, e várias vezes pelos Recreios Desportivos da Trafaria, local onde regressa nesta 15ª edição para estrear “Ponto morto”, uma performance teatral dirigida por Maria João Garcia.
Concepção e Direcção Maria João Garcia
Desenho de Luz e Fotografia Alexandre Coelho
Som Emídio Buchinho
Com a colaboração de Karas, David, Sandra Ramos, Inês Nogueira e Pedro Sousa
Produção Ninho de Víboras
Apoios Câmara Municipal de Almada, Escola Andelmo de Andrade, Recreios Desportivos da Trafaria e Gitt
Agradecimentos casaBranca
Recreios Desportivos da Trafaria (antigo Casino)|Rua Guedes Coelho nº7, Trafaria
Informações e reservas: 21 273 81 02 | pteixeira@cma.m-almada.pt (seg. a sx.: 9.30h – 12.30h / 14.00h – 17.30h) ou viboras@netcabo.pt
Bilhetes: €5 |Bilhetes com desconto: €3,5
sábado, 4 de dezembro de 2010
NoExtremo, no Auditório Fernando Lopes-Graça em Almada
o Ninho de Víboras apresenta NoEXTREMO
Auditório Fernando Lopes-Graça [Almada]
10. Dez 10 - 21h30
VICE ROYALE. VAIN ROYALE. VILE ROYALE.
de Sónia Baptista
11. Dez 10 - 21h30
12. Dez 10 - 18h
VENDE-SE PAÍS SOLARENGO COM VISTA PARA O MAR
direcção Cláudia Dias
VICE ROYALE. VAIN ROYALE. VILE ROYALE. de SÓNIA BAPTISTA
70’ | M/12
Vice Royale. Vain Royale. Vile Royale, é um tríptico. Uma performance que convoca as linguagens conceptuais e emocionais da dança, do cinema, da música e da poesia. Um espectáculo que apresenta e representa três personagens femininas deslocadas e desditosas numa sugestão de terras e tempos distantes.

Direcção, Concepção, Textos - Sónia Baptista
Intérpretes – Sónia Baptista e Rogério Nuno Costa
Filme e Vídeo – Rui Ribeiro
Música Original – Alex Alves Tolkmitt
Desenho de Luz – Pedro Machado
Produção Executiva - João Lemos
Produção - Prado | Difusão - Ninho de Víboras
Projecto financiado pela Direcção-Geral das Artes/Ministério da Cultura
[estreou a 13 de Fevereiro de 2009 na Culturgest, em Lisboa. Apresentado em Vila do Conde, Évora, Guarda, Kortrijk (Bélgica) e Zagreb (Croácia)]
excerto vídeo: http://vimeo.com/6009565
VENDE-SE PAÍS SOLARENGO COM VISTA PARA O MAR
direcção CLÁUDIA DIAS
60’ | M/12
Vende-se País solarengo com vista para o mar é o trabalho resultante do projecto de formação na área da Composição Coreográfica, orientado pelas coreógrafas Cláudia Dias e Márcia Lança, entre Setembro de 2009 e Fevereiro de 2010, em Almada.
Direcção e criação: Cláudia Dias
Assistência de Direcção e criação: Márcia Lança
Interpretação (NoExtremo): Cátia Leitão, Cláudia Dias, Dora Vicente, Maria João Garcia, Sílvia Pinto Coelho, Susana Gaspar e Tiago Gandra
Iluminação: Carlos Gonçalves
Som: David Palma
Produção executiva: Maria João Garcia
Produção: Ninho de Víboras
Apoio: Câmara Municipal de Almada
Projecto financiado pela Direcção Geral das Artes/ Ministério da Cultura
[estreou a 25 de Fevereiro de 2010 no Ponto de Encontro em Cacilhas, no âmbito da 14ª Mostra de Teatro de Almada]
Auditório Fernando Lopes-Graça - Fórum Municipal Romeu Correia, Praça da Liberdade, 2800 - 648 Almada
bilhetes: 6€ (desconto de 50% para jovens até 25 anos e adultos maiores de 65 anos)
informações e reservas: 21 272 49 22/20/27 - auditorio@cma.m-almada.pt
horário bilheteira: quarta-feira a sexta-feira, das 14h30 às 18h e hora e meia antes do espectáculo | sábados, das 15h às 18h e hora e meia antes do espectáculo | domingos, hora e meia antes do espectáculo
10. Dez 10 - 21h30
VICE ROYALE. VAIN ROYALE. VILE ROYALE.
de Sónia Baptista
11. Dez 10 - 21h30
12. Dez 10 - 18h
VENDE-SE PAÍS SOLARENGO COM VISTA PARA O MAR
direcção Cláudia Dias
VICE ROYALE. VAIN ROYALE. VILE ROYALE. de SÓNIA BAPTISTA
70’ | M/12
Vice Royale. Vain Royale. Vile Royale, é um tríptico. Uma performance que convoca as linguagens conceptuais e emocionais da dança, do cinema, da música e da poesia. Um espectáculo que apresenta e representa três personagens femininas deslocadas e desditosas numa sugestão de terras e tempos distantes.
Direcção, Concepção, Textos - Sónia Baptista
Intérpretes – Sónia Baptista e Rogério Nuno Costa
Filme e Vídeo – Rui Ribeiro
Música Original – Alex Alves Tolkmitt
Desenho de Luz – Pedro Machado
Produção Executiva - João Lemos
Produção - Prado | Difusão - Ninho de Víboras
Projecto financiado pela Direcção-Geral das Artes/Ministério da Cultura
[estreou a 13 de Fevereiro de 2009 na Culturgest, em Lisboa. Apresentado em Vila do Conde, Évora, Guarda, Kortrijk (Bélgica) e Zagreb (Croácia)]
excerto vídeo: http://vimeo.com/6009565
VENDE-SE PAÍS SOLARENGO COM VISTA PARA O MAR
direcção CLÁUDIA DIAS
60’ | M/12
Vende-se País solarengo com vista para o mar é o trabalho resultante do projecto de formação na área da Composição Coreográfica, orientado pelas coreógrafas Cláudia Dias e Márcia Lança, entre Setembro de 2009 e Fevereiro de 2010, em Almada.
Direcção e criação: Cláudia Dias
Assistência de Direcção e criação: Márcia Lança
Interpretação (NoExtremo): Cátia Leitão, Cláudia Dias, Dora Vicente, Maria João Garcia, Sílvia Pinto Coelho, Susana Gaspar e Tiago Gandra
Iluminação: Carlos Gonçalves
Som: David Palma
Produção executiva: Maria João Garcia
Produção: Ninho de Víboras
Apoio: Câmara Municipal de Almada
Projecto financiado pela Direcção Geral das Artes/ Ministério da Cultura
[estreou a 25 de Fevereiro de 2010 no Ponto de Encontro em Cacilhas, no âmbito da 14ª Mostra de Teatro de Almada]
Auditório Fernando Lopes-Graça - Fórum Municipal Romeu Correia, Praça da Liberdade, 2800 - 648 Almada
bilhetes: 6€ (desconto de 50% para jovens até 25 anos e adultos maiores de 65 anos)
informações e reservas: 21 272 49 22/20/27 - auditorio@cma.m-almada.pt
horário bilheteira: quarta-feira a sexta-feira, das 14h30 às 18h e hora e meia antes do espectáculo | sábados, das 15h às 18h e hora e meia antes do espectáculo | domingos, hora e meia antes do espectáculo
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
"23+1" de Cláudia Dias [Solos com Convicção] no Festival Trama, Porto
16. Out 10 - 15h30
Festival Trama - Museu de Serralves, Porto
23+1
Direcção: Cláudia Dias
Com: Cláudia Dias e António Coelho
Produção: Ninho de Víboras
Encomenda: Comissão Comemorações Centenário da República
Festival Trama - Museu de Serralves, Porto
23+1
Direcção: Cláudia Dias
Com: Cláudia Dias e António Coelho
Produção: Ninho de Víboras
Encomenda: Comissão Comemorações Centenário da República
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
"23+1" de Cláudia Dias [Solos com Convicção] no Jardim da Estrela, em Lisboa
21. Ago 10 - 19h
Coreto do Jardim da Estrela, Lisboa
23+1
Direcção: Cláudia Dias
Com: Cláudia Dias e António Coelho
Produção: Ninho de Víboras
Encomenda: Comissão Comemorações Centenário da República
Coreto do Jardim da Estrela, Lisboa
23+1
Direcção: Cláudia Dias
Com: Cláudia Dias e António Coelho
Produção: Ninho de Víboras
Encomenda: Comissão Comemorações Centenário da República
sábado, 10 de julho de 2010
"Son(h)o" de Paulo Diegues no Festival de Monólogos, em Lisboa
SON(H)O
22. a 25. Jul 10
De quinta a Sábado às 21h30 / Domingo às 16 horas
CLUBE ESTEFÂNIA
Concepção e Direcção: Paulo Diegues
Interpretação: Iolanda Laranjeiro
Música original: Miguel Fonseca
Produção: Ninho de Víboras/2009
Espectáculo subsidiado pela Câmara Municipal de Almada
Preço Único. 10 Euros | Duração. 60’ | Classificação. M/4
Clube Estefânia/Espaço Escola das Mulheres.
R. Alexandre Braga, nº 24 A | 1150-004 Lisboa
Informações e reservas. 915.039.568
22. a 25. Jul 10
De quinta a Sábado às 21h30 / Domingo às 16 horas
CLUBE ESTEFÂNIA
Concepção e Direcção: Paulo Diegues
Interpretação: Iolanda Laranjeiro
Música original: Miguel Fonseca
Produção: Ninho de Víboras/2009
Espectáculo subsidiado pela Câmara Municipal de Almada
Preço Único. 10 Euros | Duração. 60’ | Classificação. M/4
Clube Estefânia/Espaço Escola das Mulheres.
R. Alexandre Braga, nº 24 A | 1150-004 Lisboa
Informações e reservas. 915.039.568
quinta-feira, 10 de junho de 2010
"23+1" de Cláudia Dias [Solos com Convicção] no Tempo, em Portimão
11. Jun 10 - 19h
Teatro Municipal de Portimão - TEMPO
23+1
Direcção: Cláudia Dias
Com: Cláudia Dias e António Coelho
Produção: Ninho de Víboras
Encomenda: Comissão Comemorações Centenário da República
Teatro Municipal de Portimão - TEMPO
23+1
Direcção: Cláudia Dias
Com: Cláudia Dias e António Coelho
Produção: Ninho de Víboras
Encomenda: Comissão Comemorações Centenário da República
informações: TEMPO - Teatro Municipal de Portimão
http://www.teatromunicipaldeportimao.pt/
segunda-feira, 24 de maio de 2010
"Vice-Royale. Vain-Royale. Vile-Royale" de Sónia Baptista em Zagreb
24. Mai 10 - 20h
25. Mai 10 - 22h
Dance Week Festival, Zagreb, Croácia
Vice Royale. Vain Royale. Vile Royale, é um tríptico. Uma performance que convoca as linguagens conceptuais e emocionais da dança, do cinema, da música e da poesia. Um espectáculo que apresenta e representa três personagens femininas deslocadas e desditosas numa sugestão de terras e tempos distantes.
Direcção, Concepção, Textos - Sónia Baptista
Filme e Vídeo – Rui Ribeiro
Música Original – Alex Alves Tolkmitt
Desenho de Luz – Pedro Machado
Figurinos e Adereços - Sónia Baptista
Intérpretes – Sónia Baptista e Rogério Nuno Costa
Produção Executiva - João Lemos
Produção - Prado
Co-produção - Culturgest (PT), Buda (BE)
Apoios - WpZimmer (BE), O Espaço do Tempo, Kodak, Crice
Projecto financiado pela Direcção-Geral das Artes/Ministério da Cultura
Difusão - Ninho de Víboras
ver video aqui: http://www.vimeo.com/6009565
página do festival: http://danceweekfestival.com/tsp/?lang=en
25. Mai 10 - 22h
Dance Week Festival, Zagreb, Croácia
Vice Royale. Vain Royale. Vile Royale, é um tríptico. Uma performance que convoca as linguagens conceptuais e emocionais da dança, do cinema, da música e da poesia. Um espectáculo que apresenta e representa três personagens femininas deslocadas e desditosas numa sugestão de terras e tempos distantes.
Direcção, Concepção, Textos - Sónia Baptista
Filme e Vídeo – Rui Ribeiro
Música Original – Alex Alves Tolkmitt
Desenho de Luz – Pedro Machado
Figurinos e Adereços - Sónia Baptista
Intérpretes – Sónia Baptista e Rogério Nuno Costa
Produção Executiva - João Lemos
Produção - Prado
Co-produção - Culturgest (PT), Buda (BE)
Apoios - WpZimmer (BE), O Espaço do Tempo, Kodak, Crice
Projecto financiado pela Direcção-Geral das Artes/Ministério da Cultura
Difusão - Ninho de Víboras
ver video aqui: http://www.vimeo.com/6009565
página do festival: http://danceweekfestival.com/tsp/?lang=en
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