quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Estreia de CORRECÇÃO, de Maria João Garcia

CORRECÇÃO
de Maria João Garcia / Ninho de Víboras
M/ 12 | 45’ estreia 
Teatro Municipal Joaquim Benite / Sala de ensaios (21h30)
no âmbito da 21ª Mostra de Teatro de Almada

Um acidente durante uma viagem. O acto de relatar esse evento passado parece despoletar uma autêntica disrupção do tecido espaço-temporal, de distintos que são os relatos das testemunhas. Que narrativa escolherá - ou qual construirá - quem as ouvir?

foto@João Negro
Concepção e Direção: Maria João Garcia
Interpretação: Karas e Susana Vidal
Texto: Karas e Maria João Garcia
Música: Miguel Fonseca
Luz: Pedro Machado
Cenografia: João Negro
Produção: Ninho de Víboras/2017
Subsídio: Câmara Municipal de Almada

Apoio: Câmara Municipal de Lisboa / Polo Cultural Gaivotas e O Rumo do Fumo

domingo, 26 de fevereiro de 2017

reposição de INAUGURAÇÃO no Teatro-Estúdio António Assunção

17 e 18 Fevereiro.17 | SEXTA e SÁBADO | 21H30 | M/16 | 50'

TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

INAUGURAÇÃO 
Texto: Václav Havel
Tradução, Dramaturgia e Encenação: Cristina Gonçalves
Intérpretes: Cristina Gonçalves, Paulo Diegues, 
Joaquim Pedro, Rui Freire (dia 17), António Rodrigues (dia 18)
Música: Rui Freire
Cenografia e Grafismo: Carlos Janeiro
Fotografia de Cena: António Coelho
Iluminação: Gabriel Orlando
Produção Executiva: Karas
Produção: Ninho de Víboras (2016)

INAUGURAÇÃO de Václav Havel estreia na 20ª Mostra de Teatro de Almada

INAUGURAÇÃO (estreia)
13 Novembro.16 | DOMINGO | 22H30 | M/16 | 50'
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO - 20ª Mostra de Teatro de Almada


















Texto: Václav Havel
Tradução, Dramaturgia e Encenação: Cristina Gonçalves
Intérpretes: Cristina Gonçalves, Paulo Diegues, 
Joaquim Pedro, Rui Freire 
Cenografia e Grafismo: Carlos Janeiro
Música: Rui Freire
Fotografia de Cena: António Coelho
Iluminação: Gabriel Orlando
Produção Executiva: Karas
Produção: Ninho de Víboras (2016)

Todos os textos que têm por tema a simplicidade de se ser humano deviam ser considerados clássicos. ‘INAUGURAÇÃO’ é uma peça de teatro simples, clara e evidente.
‘INAUGURAÇÃO’ é um encontro. Três personagens dão voz ao que de humano há em ser-se humano. Duas vozes, um casal apanhado nas malhas do seu consumo desenfreado, atolado em objetos opressores de uma liberdade perdida, esquecida, ou apenas dormente, recebe em casa um amigo, voz em tudo oposta às suas, guardiã das coisas simples que não saltam aos olhos e não ensurdecem. A noite desenrola-se suavemente aos solavancos, como se se ouvisse duas músicas, divergentes no tom, a tocar ao mesmo tempo. À saída do amigo, no final da noite, segue-se o barulho ensurdecedor do silêncio deste casal que, despindo peça a peça um véu de máscaras, se vê irresistivelmente “nu” perante si próprio.
‘INAUGURAÇÃO’ de Václav Havel. Projeto há muito na calha. Trata-se de uma peça de teatro simples, clara e evidente. Uma crítica aberta ao consumismo e ao encardir da alma que esse mesmo consumismo provoca. Uma peça sem tempo. Três atores, um casal e o amigo, numa sala irrespirável, jogam um jogo que não é o mesmo para uns e outro, revelando, pouco a pouco, o pouco que fica uma vez retirada a parafernália de objetos de consumo, quais sombras, que oprimem a simplicidade e a beleza do que é ser-se humano.
(Cristina Gonçalves, Julho de 2016)

domingo, 15 de novembro de 2015

Estreia de TWISTED SWAN, de Maria João Garcia e Rodrigo Miragaia


























“TWISTED SWAN”
de Maria João Garcia e Rodrigo Miragaia
ESCOLA CONDE FERREIRA, Almada

PERFORMANCE - 21 e 22 NOVEMBRO.15 | SÁBADO e DOMINGO | 22H30 | M/12 | 40’

EXPOSIÇÃO - 21 a 28 NOVEMBRO.15
INAUGURAÇÃO | 21 NOVEMBRO.15 | 22H
PATENTE AO PÚBLICO NOS DIAS 22, 26, 27 e 28 NOVEMBRO.15 das 19H às 23H

O conceito de TWISTED SWAN surge a partir da fotozine homónima que Rodrigo Miragaia auto-publicou em 2014. Do seu desenvolvimento, em colaboração com Maria João Garcia, resulta um projeto que se desdobra numa performance, uma exposição que apresenta imagens captadas durante o tempo da construção da performance e ainda na edição de uma publicação.

“Como se podem converter os desorganizadores da ordem passada e presente, os dissidentes crónicos, os desfazedores do presente, em suma, os fabricantes de bombas atómicas do espírito e das emoções, tentando produzir forças novas e uma nova ordem espiritual a partir das grandes transformações contínuas?” Anaïs Nin in Uma espia na casa do amor.

Criação e Direção: Maria João Garcia e Rodrigo Miragaia
Interpretação: Francisca Santos e Joana Bergano
Fotografia: Rodrigo Miragaia
Composição e Direção Musical: Carlos Zíngaro
Direção, Montagem e Operação Técnica: Zé Rui
Produção: Ninho de Víboras
Apoio: Câmara Municipal de Almada

ESCOLA CONDE FERREIRA - Rua Conde Ferreira, Almada

terça-feira, 15 de setembro de 2015

O QUE FAZER PARA SER, no Festival Internacional de Teatro de Mindelo, MINDELACT (Cabo Verde)

Festival Internacional de Teatro de Mindelo, MINDEL
ACT (Cabo Verde). Setembro de
201

21 de Setembro.15

O QUE FAZER PARA SERno âmbito do Festival Internacional de Teatro de Mindelo, MINDELACT (Cabo Verde)

Uma peça teatral de Mário Palma Jordão
Encenação de Karas
Interpretação de Karas ("Tim") e Paulo Diegues ("Flip")Um projecto de Sérgio Grilo e Karas
Produção Ninho de Víboras (2012)

sábado, 9 de maio de 2015

O QUE FAZER PARA SER, no Teatro-Estúdio António Assunção

15-16-18 de Maio.15 às 21.30h
17 de Maio.15 às 16h
O QUE FAZER PARA SER
Uma peça teatral de Mário Palma Jordão | Encenação de Karas
Produção Ninho de Víboras (2012)

Um projecto de Sérgio Grilo e Karas
Interpretação de Karas ("Tim") e Paulo Diegues ("Flip")
Cenografia e Grafismo de Carlos Janeiro
Iluminação de Gabriel Orlando
Assistência de encenação de Francisca Lima
Operação Técnica de Cristina Gonçalves
Fotografia de cena de António Coelho
Espectáculo subsidiado pela Câmara Municipal de Almada

Teatro-Estúdio António Assunção

Rua Conde de Ferreira, 3-5, Almada

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Reposição de DILEMA no âmbito do 1º Encontro de Artes Performativas na Comunidade de Almada organizado pela Companhia de Dança de Almada

DILEMA DE MARIA JOÃO GARCIA / NINHO DE VÍBORAS
8 MAIO sexta | 21H30 - dança | M/12
Ca.DA Centro – Edifício da Academia Almadense



"Recupero, nesta criação, a ideia de um qualquer desabamento cósmico na história passada de uma mulher, e o dilema que a travessia do seu presente coloca. Uma personagem que não sabe o que fazer com o tempo, que de qualquer das maneiras não pára de passar. A escolha obrigatória entre várias soluções, nenhuma delas aceitável ou que levam a semelhante conclusão.
Que argumentos sustentam as escolhas que fazemos? A citação nunca é uma forma exacta: repetimos erros, falsas memórias e, efectivamente, o lema que nos conduz é uma construção própria.
Viver ou morrer? Justiça ou vingança? Tomar um partido, ter uma posição. Como se o mundo fosse verdadeiramente bipolar, branco ou preto, norte ou sul, leve ou pesado. Cara ou coroa." (Maria João Garcia)

Concepção e Direcção Maria João Garcia

Interpretação Carla Ribeiro 
Som e Luz David Palma e Maria João Garcia
Fotografia Sandra Ramos e Nuno Mota
Produção Ninho de Víboras
Apoio Câmara Municipal de Almada
Agradecimentos Pedro Sousa, Mónica Samões, Sandro Esperança e a todos os participantes/figurantes

terça-feira, 21 de abril de 2015

O QUE FAZER PARA SER n'A Comuna (Lisboa)

29 Abril a 2 Maio às 21h30 e 3 Maio às 16h
TEATRO A COMUNA - Praça de Espanha, Lisboa

O QUE FAZER PARA SER
Uma peça teatral de Mário Palma Jordão com encenação de Karas
Interpretada pelos actores Paulo Diegues ("Flip") e Karas ("Tim")
Produção Ninho de Víboras (2012)




Tim e Flip habitam um espaço e um tempo indefinidos - um impasse. Tim faz paciências, Flip está muito doente. Num aparente diálogo de surdos-mudos, de toada minimalista, cada um tenta furtar-se à solidão, questionado a própria existência, anseando por ser. Trata-se, na verdade, de um duplo combate: contra a morte e à procura da vida.

sábado, 4 de abril de 2015

O QUE FAZER PARA SER no Auditório da Costa da Caparica [10 Abr.]

Sexta-feira, 10 de Abril - às 21:30
no âmbito do programa A GANDAIA ESTÁ EM FESTA - 3º aniversário.
O QUE FAZER PARA SER
Uma peça teatral de Mário Palma Jordão | Encenação de Karas
Produção Ninho de Víboras (2012)

Um projecto de Sérgio Grilo e Karas
Interpretação de Karas ("Tim") e Paulo Diegues ("Flip")
Cenografia e Grafismo de Carlos Janeiro
Iluminação de Gabriel Orlando
Assistência de encenação de Francisca Lima
Operação Técnica de Cristina Gonçalves
Fotografia de cena de António Coelho
Espectáculo subsidiado pela Câmara Municipal de Almada

Auditório Costa da Caparica - Centro Comercial O PESCADOR
Praça da Liberdade, nº 17A - 1º andar | COSTA DA CAPARICA.

sábado, 21 de março de 2015

O QUE FAZER PARA SER no Animateatro, Amora [28 Mar.15]

ANIMATEATRO, Amora, Seixal
28 Mar. 15 - 21h30
O QUE FAZER PARA SER

Uma peça de Mário Palma Jordão | Encenação Karas

Um projecto de Sérgio Grilo e Karas

Com Paulo Diegues e Karas
Cenografia de Carlos Janeiro
Iluminação de Gabriel Orlando
Operação de Luz de Cristina Gonçalves

Produção Ninho de Víboras (2012)
Acolhimento do Animateatro Companhia de Teatro



Tim e Flip habitam um espaço e um tempo indefinidos - um impasse. Tim faz paciências, Flip está muito doente. Num aparente diálogo de surdos-mudos, de toada minimalista, cada um tenta furtar-se à solidão, questionado a própria existência, anseando por ser. Trata-se, na verdade, de um duplo combate: contra a morte e à procura da vida.

UM ESTADO DE URGÊNCIA
Foi uma rede de acasos e afinidades que me colocou no caminho das peças de Mário Palma Jordão. Ora, eu tenho bastante respeito pelo poder do acaso — mais, até: reverência, por quem se atreve a inventar, fixar e contar uma narrativa. E não é só uma questão de respeito; materializar em público o dito atrevimento é hoje um gesto bélico, uma radical manifestação de liberdade, que se quer urgente.
Sérgio Grilo entendia essa postura de uma forma ainda mais radical: o teatro como campo de uma batalha contra o absurdo da existência. Neste que se tornaria o seu último trabalho teatral, escolheu partilhar connosco a sua imensa ousadia e arte, ensinando-nos como se brinca em patamares que tanto têm de aterrador quanto de sublime.
«O Que Fazer Para Ser» impõe-se, assim, como um “aventurar obrigatório” e a autoridade do estado teatral é irrefutável. Tentaremos, mau-grado os perigos, dar conta desse território selvagem que é uma nova peça de teatro. E regressar, convosco, dessa descoberta.

domingo, 9 de novembro de 2014

ATÉ AMANHÃ! na 18ª Mostra de Teatro de Almada [15 Nov.14]

Ninho de Víboras
ATÉ AMANHÃ! M/12
15 NOVEMBRO | SÁBADO | 18H00
CASA MUNICIPAL DA JUVENTUDE CACILHAS

foto Nuno Morais
Num estabelecimento prisional, um prisioneiro em recuperação por tentativa de suicídio passa a ter consultas diárias com uma psicóloga. No decurso destas a relação inicial de desconfiança passa por fases de resistência, de crispação, de conflito aberto, de aproximação, de necessidade, de dependência e finalmente falhanço nas tentativas que ambos vão fazendo de se entenderem — um ao outro.
O texto de A. Branco obteve a distinção João Osório de Castro, do Fórum Teatral Ibérico (2008) e uma Menção Honrosa INATEL/ TEATRO – Novos Textos (2005). O Ninho de Víboras estreou este espectáculo no Teatro da Trindade em Setembro de 2013.


FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: A. Branco
Encenação: Eduardo Condorcet
Interpretação: Isabel Simões Marques e Rogério Jacques
Guarda-Roupa: Tânia Franco
Iluminação: Gabriel Orlando
Operação técnica: Karas
Música: Pedro Ferreira
Fotografia: Nuno Morais
Grafismo: Carlos Janeiro
Produção Executiva: Nilza Sousa

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

DILEMA estreia na 17ª Mostra de Teatro de Almada - 16 e 17 Novembro 2013

16 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H30
17 NOVEMBRO | DOMINGO | 18H00
TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE – SALA DE ENSAIOS
Ninho de Víboras
DILEMA | M/12 ESTREIA - conversa com o público no final do espetáculo


«Recupero, nesta nova criação, a ideia de um qualquer desabamento cósmico na história passada de uma mulher; e o dilema que a travessia do seu presente coloca.
Uma personagem que não sabe o que fazer com o tempo, que de qualquer das maneiras não pára de passar. A escolha obrigatória entre várias soluções, nenhuma delas aceitável ou que levam à mesma conclusão. Que argumentos sustentam as escolhas-decisões que fazemos? A citação nunca é uma forma exacta: repetimos erros, falsas memórias e, efectivamente, o lema que nos conduz é uma construção própria. Viver ou morrer? Justiça ou vingança? Tomar um partido, ter uma posição. Como se o mundo fosse verdadeiramente bipolar, branco ou preto, norte ou sul, leve ou pesado. Cara ou coroa?» Maria João Garcia                                            
                   
Concepção, Direção artística e Coreografia: Maria João Garcia
Interpretação: Carla Ribeiro
Participação: Ana Alves, Ana Pires, Bruna Gouveia, Carolina Eliezer, Débora Costa, Débora Ramos, Débora Rebocho, Inês Moreira, Mariana Baldé, Marta Noémi, Mel, Mélissa Soares, Ricardo Folgado e Tiago Filipe (alunos da Escola Secundária Anselmo de Andrade)
Som e Luz: David Palma, Maria João Garcia e Pedro Sousa
Imagem: Vítor Cid
Fotografia: Sandra Ramos
Produção Executiva: Ninho de Víboras
Apoio: Câmara Municipal de Almada

quinta-feira, 30 de maio de 2013

O QUE FAZER PARA SER na 14ª Mostra Internacional de Teatro de Santo André

1 Jun. 13 (sábado) - 17h
14ª Mostra Internacional de Teatro de Santo André 
Centro de Actividades Pedagógicas Alda GuerreiroVila Nova de Santo André
M/12 | 50 min. | Bilhetes: €5

O QUE FAZER PARA SER 
Uma peça teatral de Mário Palma Jordão | Encenação Karas



Com Sérgio Grilo e Karas
Cenografia de Carlos Janeiro
Iluminação de Paulo Diegues
Fotografia de cena de António Coelho
Produção Ninho de Víboras (2012)

Informações: 
AJAGATO  - C.A.P.A.G.
T. 269759096 | geral@gatosa.com | www.gatosa.com

sexta-feira, 15 de março de 2013

NINHO DE VÍBORAS nos PRIMEIROS SINTOMAS‏

Em acolhimento no espaço da companhia Primeiros Sintomas (Lisboa), o colectivo Ninho de Víboras apresenta o espectáculo «O QUE FAZER PARA SER» - uma encenação de Karas para um texto inédito de Mário Palma Jordão
Esta produção prossegue uma orientação assumida pelo Ninho de Víboras desde a sua criação em 1996: a de apresentar, em primeira mão, o trabalho de novos dramaturgos portugueses.

As apresentações decorrerão de 20 a 25 de Março, sempre às 21H30
O preço do ingresso é de 6 euros (preço único). 
Recomenda-se marcação prévia para o tm: 91 534 19 74 (lotação: 25 lugares). 
O espaço Primeiros Sintomas situa-se na Rua da Ribeira Nova, 44 (traseiras do Mercado da Ribeira, Cais do Sodré, Lisboa).












Uma peça teatral de Mário Palma Jordão
Interpretada pelos actores Sérgio Grilo ("Tim") e Karas ("Flip")
Cenografia de Carlos Janeiro
Fotografia de cena de António Coelho
Iluminação de Paulo Diegues
Encenação de Karas

Produção de Ninho de Víboras (2012)
Apoios: DEMIMONDE e Teatro Meridional
Espectáculo subsidiado pela Câmara Municipal de Almada (2012)

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Ninho de Víboras estreia O QUE FAZER PARA SER na 16ª Mostra de Teatro de Almada


O QUE FAZER PARA SER
DE MÁRIO PALMA JORDÃO
14 NOVEMBRO, QUARTA-FEIRA, ÀS 21H30
RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA (ANTIGO CASINO)
M/12

Encenação Karas
Intérpretes Sérgio Grilo, Karas
Fotografia António Coelho
Iluminação Paulo Diegues
Cenografia Carlos Janeiro
Produção Executiva Ninho de Víboras

Tim e Flip habitam um espaço e um tempo indefinidos - um impasse. Tim faz paciências, Flip está muito doente. Num aparente diálogo de surdos-mudos, de toada minimalista, cada um tenta furtar-se à solidão, questionado a própria existência, ansiando por ser.

“Um estado de urgência. Foi uma rede de acasos e afinidades que me colocou no caminho das peças de Mário Palma Jordão. Ora, eu tenho bastante respeito pelo poder do acaso; mais ainda: reverência, por quem se atreve a inventar, fixar e contar uma narrativa. E não é só uma questão de respeito: materializar em público o dito atrevimento é hoje um gesto bélico, uma radical manifestação de liberdade — que se quer urgente.  O que Fazer para Ser impôs-se, para mim e para o Sérgio, como um “aventurar obrigatório”; e a autoridade do estado teatral é irrefutável. Tentaremos, mau-grado os perigos, dar conta desse território selvagem que é uma nova peça de teatro. E regressar, convosco, dessa descoberta.” Karas

quarta-feira, 14 de março de 2012

O Ninho de Víboras apresenta:
TUDO E NADAS. E AGORA NADA.
de Maria João Garcia
M/3 – 40 min.

16 de março 2012
Casa de Teatro de Sintra 21h30 
PERIFERIAS – 1º festival internacional de artes performativas em sintra

Quando estreei a peça “Tudo e Nadas” fiquei com a sensação de que um dia mais tarde voltaria a (re)visitá-la. Tal nunca chegou a acontecer até agora, passados cinco anos.
“Tudo e Nadas” resultou de um processo de criação na área da dança contemporânea que se desdobrou na apresentação de excertos (Aveiro, Lisboa, Porto e Torres Vedras) e da sua versão integral (Almada e Moita). Na altura questionava-me sobre a construção identitária de uma obra artística e estabelecia relação com o próprio artista que lhe dá vida. O verdadeiro artista...
Hoje sei que “Tudo e Nadas” nunca chegou a ter identidade, mas acompanhou-me naquele momento. Razão suficiente para juntar os pedaços de tudo e dos nadas do passado, acrescentar o manifesto do presente e ensaiar uma nova versão para apresentar em Sintra, no Periferias.
“Tudo e Nadas. E agora nada.” é, sem sombra de dúvida, uma viagem ao percurso de uma mulher artista. Retalhos, momentos que são tudo mas que, na verdade, não são nada.



Concepção e Direcção: Maria João Garcia
Interpretação e co-criação: Maria Radich
Texto: Nuno Barreiro
Produção: Ninho de Víboras
Agradecimentos: Catarina Ascenção, David Palma, João de Mello Alvim, Miguel Fonseca e Susana Vidal
Chão de Oliva/Casa de Teatro de Sintra | Rua Veiga da Cunha,20  Sintra
Informações: +351 21 923 37 19 / +351 91 926 32 56 / chaodeoliva@chaodeoliva.com
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sábado, 31 de dezembro de 2011

reposição de PONTO MORTO em Cacilhas - 12, 13 e 14 de Janeiro 2012

ponto morto M/12
a partir de “Na solidão dos campos de algodão” de Bernard-Marie Koltès
Direcção artística Maria João Garcia
12, 13 e 14 de Janeiro 2012 – 21h30 
Casa Municipal da Juventude, Cacilhas (Ponto de Encontro)














Para conceber este espectáculo escolhi partir da acção do texto “Na solidão dos campos de algodão” de Bernard-Marie Koltès: um encontro entre dois homens num lugar escuro. Mais tarde percebi que a conversa que os suspenderia naquele lugar podia ser, perfeitamente, uma versão minha, bastante alterada e condensada, das várias traduções que encontrei do próprio texto.
Interessou-me a possibilidade de poder oferecer ao público um diálogo intrigante e inteligente entre duas personagens, sem guardar lugar para a distracção, onde cada pessoa fosse uma testemunha (in)voluntária de um combate de palavras que aborda aspectos mundanos das relações humanas. O poder que exercemos sobre alguém, a determinação com que afirmamos as nossas convicções, a dificuldade que temos em confiar nos outros e no que dizem, os argumentos que nos defendem dos ataques constantes, a solidão diária, a expectativa perante o outro, a escala de valores que utilizamos para tomar decisões a cada instante da vida.
“Ponto morto” é um lugar de confronto, mas também de negociação permanente, onde a propósito de uma suposta transacção entre dois homens se cria um lugar de debate dentro e fora do espectáculo. (MJG)

O colectivo artístico Ninho de Víboras tem hoje 15 anos. Percorreu os diversos espaços do concelho de Almada para levar ao público as suas criações, desde a Incrível Almadense ao Auditório Fernando Lopes-Graça, passando pelo Teatro Extremo, Ginjal, Teatro Municipal ou Recreios Desportivos da Trafaria (antigo Casino). Mas onde passou mais tempo a trabalhar foi na Casa Municipal da Juventude de Cacilhas, aonde regressa para apresentar “Ponto morto”, a peça estreada na última Mostra de teatro de Almada. 


sábado, 4 de junho de 2011

Um Capucho, Dois Lobos e Um Porco Vezes Três em Santiago do Cacém

5. Jun. 11 - 11h
Auditório Municipal António Chainho, Santiago do Cacém
M/6
Um Capucho, Dois Lobos e Um Porco Vezes Três
de Sónia Baptista

Com Sónia Baptista, Miguel Bonneville e Rogério Nuno Costa

Lê-se duas histórias e fica-se a matutar: Então não é que não só o capuchinho viaja descaradamente de uma história para a outra como os dois lobos, na sua mal fadada brutidade, se não são parentes são de certeza aparentados. E os porcos? Claramente trigémeos apatetados. Sendo assim, 3 intérpretes transformam-se, encarnando e povoando palavras versejantes, músicas dançantes e imagens em movimento delirantes.

Auditório Municipal António Chainho | Av. 1º de Maio, Santiago do Cacém, Portugal

quarta-feira, 27 de abril de 2011

HAIKAI de Sónia Baptista no Dia Mundial da Dança

29. Abr 11 - 21h30
THEATRO CIRCO DE BRAGA
Espectáculo integrado nas comemorações do Dia Internacional da Dança e na (A)MOSTRA | ODISSEIA | M/12











HAIKAI de Sónia Baptista
Os haikai escrevem-se em japonês com poucas palavras, uma simplicidade aparente carregada de sentido como tantas coisas pequenas cujo significado transcende a sua pequenês. Os meus haikai respiram e constroem-se com uma resistência à prova de quase tudo. Os meus haikai são balões blindados. Os meus haikai são teimosos, tomam-me a cabeça de assalto e depois não há maneira de os fazer arredar pé. Os meus haikai são histórias daquilo que é mesmo importante, do que me oxigena o cérebro e acaricia o coração. Atrás de um haiku vem sempre mais um haiku e o meu corpo vai-se desdobrando como um enorme lençol dizendo coisas sem as dizer.
Neste trabalho a criadora recicla alguns dos seus primeiros haikai estreando também novos solos.


Concepção, Escrita, Criação e Interpretação Sónia Baptista
Desenho de Luz Pedro Machado
Vídeo Rui Ribeiro, Sónia Baptista e Helena Nogueira Silva
Produção Executiva Meninos Exemplares/João Lemos
Produção Ninho de Víboras


THEATRO CIRCO | Av. da Liberdade, 697 | Braga
Mais informações: http://www.theatrocirco.com