sábado, 21 de março de 2015

O QUE FAZER PARA SER no Animateatro, Amora [28 Mar.15]

ANIMATEATRO, Amora, Seixal
28 Mar. 15 - 21h30
O QUE FAZER PARA SER

Uma peça de Mário Palma Jordão | Encenação Karas

Um projecto de Sérgio Grilo e Karas

Com Paulo Diegues e Karas
Cenografia de Carlos Janeiro
Iluminação de Gabriel Orlando
Operação de Luz de Cristina Gonçalves

Produção Ninho de Víboras (2012)
Acolhimento do Animateatro Companhia de Teatro



Tim e Flip habitam um espaço e um tempo indefinidos - um impasse. Tim faz paciências, Flip está muito doente. Num aparente diálogo de surdos-mudos, de toada minimalista, cada um tenta furtar-se à solidão, questionado a própria existência, anseando por ser. Trata-se, na verdade, de um duplo combate: contra a morte e à procura da vida.

UM ESTADO DE URGÊNCIA
Foi uma rede de acasos e afinidades que me colocou no caminho das peças de Mário Palma Jordão. Ora, eu tenho bastante respeito pelo poder do acaso — mais, até: reverência, por quem se atreve a inventar, fixar e contar uma narrativa. E não é só uma questão de respeito; materializar em público o dito atrevimento é hoje um gesto bélico, uma radical manifestação de liberdade, que se quer urgente.
Sérgio Grilo entendia essa postura de uma forma ainda mais radical: o teatro como campo de uma batalha contra o absurdo da existência. Neste que se tornaria o seu último trabalho teatral, escolheu partilhar connosco a sua imensa ousadia e arte, ensinando-nos como se brinca em patamares que tanto têm de aterrador quanto de sublime.
«O Que Fazer Para Ser» impõe-se, assim, como um “aventurar obrigatório” e a autoridade do estado teatral é irrefutável. Tentaremos, mau-grado os perigos, dar conta desse território selvagem que é uma nova peça de teatro. E regressar, convosco, dessa descoberta.

domingo, 9 de novembro de 2014

ATÉ AMANHÃ! na 18ª Mostra de Teatro de Almada [15 Nov.14]

Ninho de Víboras
ATÉ AMANHÃ! M/12
15 NOVEMBRO | SÁBADO | 18H00
CASA MUNICIPAL DA JUVENTUDE CACILHAS

foto Nuno Morais
Num estabelecimento prisional, um prisioneiro em recuperação por tentativa de suicídio passa a ter consultas diárias com uma psicóloga. No decurso destas a relação inicial de desconfiança passa por fases de resistência, de crispação, de conflito aberto, de aproximação, de necessidade, de dependência e finalmente falhanço nas tentativas que ambos vão fazendo de se entenderem — um ao outro.
O texto de A. Branco obteve a distinção João Osório de Castro, do Fórum Teatral Ibérico (2008) e uma Menção Honrosa INATEL/ TEATRO – Novos Textos (2005). O Ninho de Víboras estreou este espectáculo no Teatro da Trindade em Setembro de 2013.


FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: A. Branco
Encenação: Eduardo Condorcet
Interpretação: Isabel Simões Marques e Rogério Jacques
Guarda-Roupa: Tânia Franco
Iluminação: Gabriel Orlando
Operação técnica: Karas
Música: Pedro Ferreira
Fotografia: Nuno Morais
Grafismo: Carlos Janeiro
Produção Executiva: Nilza Sousa

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

DILEMA estreia na 17ª Mostra de Teatro de Almada - 16 e 17 Novembro 2013

16 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H30
17 NOVEMBRO | DOMINGO | 18H00
TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE – SALA DE ENSAIOS
Ninho de Víboras
DILEMA | M/12 ESTREIA - conversa com o público no final do espetáculo


«Recupero, nesta nova criação, a ideia de um qualquer desabamento cósmico na história passada de uma mulher; e o dilema que a travessia do seu presente coloca.
Uma personagem que não sabe o que fazer com o tempo, que de qualquer das maneiras não pára de passar. A escolha obrigatória entre várias soluções, nenhuma delas aceitável ou que levam à mesma conclusão. Que argumentos sustentam as escolhas-decisões que fazemos? A citação nunca é uma forma exacta: repetimos erros, falsas memórias e, efectivamente, o lema que nos conduz é uma construção própria. Viver ou morrer? Justiça ou vingança? Tomar um partido, ter uma posição. Como se o mundo fosse verdadeiramente bipolar, branco ou preto, norte ou sul, leve ou pesado. Cara ou coroa?» Maria João Garcia                                            
                   
Concepção, Direção artística e Coreografia: Maria João Garcia
Interpretação: Carla Ribeiro
Participação: Ana Alves, Ana Pires, Bruna Gouveia, Carolina Eliezer, Débora Costa, Débora Ramos, Débora Rebocho, Inês Moreira, Mariana Baldé, Marta Noémi, Mel, Mélissa Soares, Ricardo Folgado e Tiago Filipe (alunos da Escola Secundária Anselmo de Andrade)
Som e Luz: David Palma, Maria João Garcia e Pedro Sousa
Imagem: Vítor Cid
Fotografia: Sandra Ramos
Produção: Ninho de Víboras
Apoio: Câmara Municipal de Almada

quinta-feira, 30 de maio de 2013

O QUE FAZER PARA SER na 14ª Mostra Internacional de Teatro de Santo André

1 Jun. 13 (sábado) - 17h
14ª Mostra Internacional de Teatro de Santo André 
Centro de Actividades Pedagógicas Alda GuerreiroVila Nova de Santo André
M/12 | 50 min. | Bilhetes: €5

O QUE FAZER PARA SER 
Uma peça teatral de Mário Palma Jordão | Encenação Karas



Com Sérgio Grilo e Karas
Cenografia de Carlos Janeiro
Iluminação de Paulo Diegues
Fotografia de cena de António Coelho
Produção Ninho de Víboras (2012)

Informações: 
AJAGATO  - C.A.P.A.G.
T. 269759096 | geral@gatosa.com | www.gatosa.com

sexta-feira, 15 de março de 2013

NINHO DE VÍBORAS nos PRIMEIROS SINTOMAS‏

Em acolhimento no espaço da companhia Primeiros Sintomas (Lisboa), o colectivo Ninho de Víboras apresenta o espectáculo «O QUE FAZER PARA SER» - uma encenação de Karas para um texto inédito de Mário Palma Jordão
Esta produção prossegue uma orientação assumida pelo Ninho de Víboras desde a sua criação em 1996: a de apresentar, em primeira mão, o trabalho de novos dramaturgos portugueses.

As apresentações decorrerão de 20 a 25 de Março, sempre às 21H30
O preço do ingresso é de 6 euros (preço único). 
Recomenda-se marcação prévia para o tm: 91 534 19 74 (lotação: 25 lugares). 
O espaço Primeiros Sintomas situa-se na Rua da Ribeira Nova, 44 (traseiras do Mercado da Ribeira, Cais do Sodré, Lisboa).












Uma peça teatral de Mário Palma Jordão
Interpretada pelos actores Sérgio Grilo ("Tim") e Karas ("Flip")
Cenografia de Carlos Janeiro
Fotografia de cena de António Coelho
Iluminação de Paulo Diegues
Encenação de Karas

Produção de Ninho de Víboras (2012)
Apoios: DEMIMONDE e Teatro Meridional
Espectáculo subsidiado pela Câmara Municipal de Almada (2012)

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Ninho de Víboras estreia O QUE FAZER PARA SER na 16ª Mostra de Teatro de Almada


O QUE FAZER PARA SER
DE MÁRIO PALMA JORDÃO
14 NOVEMBRO, QUARTA-FEIRA, ÀS 21H30
RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA (ANTIGO CASINO)
M/12

Encenação Karas
Intérpretes Sérgio Grilo, Karas
Fotografia António Coelho
Iluminação Paulo Diegues
Cenografia Carlos Janeiro
Produção Executiva Ninho de Víboras

Tim e Flip habitam um espaço e um tempo indefinidos - um impasse. Tim faz paciências, Flip está muito doente. Num aparente diálogo de surdos-mudos, de toada minimalista, cada um tenta furtar-se à solidão, questionado a própria existência, ansiando por ser.

“Um estado de urgência. Foi uma rede de acasos e afinidades que me colocou no caminho das peças de Mário Palma Jordão. Ora, eu tenho bastante respeito pelo poder do acaso; mais ainda: reverência, por quem se atreve a inventar, fixar e contar uma narrativa. E não é só uma questão de respeito: materializar em público o dito atrevimento é hoje um gesto bélico, uma radical manifestação de liberdade — que se quer urgente.  O que Fazer para Ser impôs-se, para mim e para o Sérgio, como um “aventurar obrigatório”; e a autoridade do estado teatral é irrefutável. Tentaremos, mau-grado os perigos, dar conta desse território selvagem que é uma nova peça de teatro. E regressar, convosco, dessa descoberta.” Karas

quarta-feira, 14 de março de 2012

O Ninho de Víboras apresenta:
TUDO E NADAS. E AGORA NADA.
de Maria João Garcia
M/3 – 40 min.

16 de março 2012
Casa de Teatro de Sintra 21h30 
PERIFERIAS – 1º festival internacional de artes performativas em sintra

Quando estreei a peça “Tudo e Nadas” fiquei com a sensação de que um dia mais tarde voltaria a (re)visitá-la. Tal nunca chegou a acontecer até agora, passados cinco anos.
“Tudo e Nadas” resultou de um processo de criação na área da dança contemporânea que se desdobrou na apresentação de excertos (Aveiro, Lisboa, Porto e Torres Vedras) e da sua versão integral (Almada e Moita). Na altura questionava-me sobre a construção identitária de uma obra artística e estabelecia relação com o próprio artista que lhe dá vida. O verdadeiro artista...
Hoje sei que “Tudo e Nadas” nunca chegou a ter identidade, mas acompanhou-me naquele momento. Razão suficiente para juntar os pedaços de tudo e dos nadas do passado, acrescentar o manifesto do presente e ensaiar uma nova versão para apresentar em Sintra, no Periferias.
“Tudo e Nadas. E agora nada.” é, sem sombra de dúvida, uma viagem ao percurso de uma mulher artista. Retalhos, momentos que são tudo mas que, na verdade, não são nada.



Concepção e Direcção: Maria João Garcia
Interpretação e co-criação: Maria Radich
Texto: Nuno Barreiro
Produção: Ninho de Víboras
Agradecimentos: Catarina Ascenção, David Palma, João de Mello Alvim, Miguel Fonseca e Susana Vidal
Chão de Oliva/Casa de Teatro de Sintra | Rua Veiga da Cunha,20  Sintra
Informações: +351 21 923 37 19 / +351 91 926 32 56 / chaodeoliva@chaodeoliva.com
ver no mapa


sábado, 31 de dezembro de 2011

reposição de PONTO MORTO em Cacilhas - 12, 13 e 14 de Janeiro 2012

ponto morto M/12
a partir de “Na solidão dos campos de algodão” de Bernard-Marie Koltès
Direcção artística Maria João Garcia
12, 13 e 14 de Janeiro 2012 – 21h30 
Casa Municipal da Juventude, Cacilhas (Ponto de Encontro)














Para conceber este espectáculo escolhi partir da acção do texto “Na solidão dos campos de algodão” de Bernard-Marie Koltès: um encontro entre dois homens num lugar escuro. Mais tarde percebi que a conversa que os suspenderia naquele lugar podia ser, perfeitamente, uma versão minha, bastante alterada e condensada, das várias traduções que encontrei do próprio texto.
Interessou-me a possibilidade de poder oferecer ao público um diálogo intrigante e inteligente entre duas personagens, sem guardar lugar para a distracção, onde cada pessoa fosse uma testemunha (in)voluntária de um combate de palavras que aborda aspectos mundanos das relações humanas. O poder que exercemos sobre alguém, a determinação com que afirmamos as nossas convicções, a dificuldade que temos em confiar nos outros e no que dizem, os argumentos que nos defendem dos ataques constantes, a solidão diária, a expectativa perante o outro, a escala de valores que utilizamos para tomar decisões a cada instante da vida.
“Ponto morto” é um lugar de confronto, mas também de negociação permanente, onde a propósito de uma suposta transacção entre dois homens se cria um lugar de debate dentro e fora do espectáculo. (MJG)

O colectivo artístico Ninho de Víboras tem hoje 15 anos. Percorreu os diversos espaços do concelho de Almada para levar ao público as suas criações, desde a Incrível Almadense ao Auditório Fernando Lopes-Graça, passando pelo Teatro Extremo, Ginjal, Teatro Municipal ou Recreios Desportivos da Trafaria (antigo Casino). Mas onde passou mais tempo a trabalhar foi na Casa Municipal da Juventude de Cacilhas, aonde regressa para apresentar “Ponto morto”, a peça estreada na última Mostra de teatro de Almada. 


sábado, 4 de junho de 2011

Um Capucho, Dois Lobos e Um Porco Vezes Três em Santiago do Cacém

5. Jun. 11 - 11h
Auditório Municipal António Chainho, Santiago do Cacém
M/6
Um Capucho, Dois Lobos e Um Porco Vezes Três
de Sónia Baptista

Com Sónia Baptista, Miguel Bonneville e Rogério Nuno Costa

Lê-se duas histórias e fica-se a matutar: Então não é que não só o capuchinho viaja descaradamente de uma história para a outra como os dois lobos, na sua mal fadada brutidade, se não são parentes são de certeza aparentados. E os porcos? Claramente trigémeos apatetados. Sendo assim, 3 intérpretes transformam-se, encarnando e povoando palavras versejantes, músicas dançantes e imagens em movimento delirantes.

Auditório Municipal António Chainho | Av. 1º de Maio, Santiago do Cacém, Portugal

quarta-feira, 27 de abril de 2011

HAIKAI de Sónia Baptista no Dia Mundial da Dança

29. Abr 11 - 21h30
THEATRO CIRCO DE BRAGA
Espectáculo integrado nas comemorações do Dia Internacional da Dança e na (A)MOSTRA | ODISSEIA | M/12











HAIKAI de Sónia Baptista
Os haikai escrevem-se em japonês com poucas palavras, uma simplicidade aparente carregada de sentido como tantas coisas pequenas cujo significado transcende a sua pequenês. Os meus haikai respiram e constroem-se com uma resistência à prova de quase tudo. Os meus haikai são balões blindados. Os meus haikai são teimosos, tomam-me a cabeça de assalto e depois não há maneira de os fazer arredar pé. Os meus haikai são histórias daquilo que é mesmo importante, do que me oxigena o cérebro e acaricia o coração. Atrás de um haiku vem sempre mais um haiku e o meu corpo vai-se desdobrando como um enorme lençol dizendo coisas sem as dizer.
Neste trabalho a criadora recicla alguns dos seus primeiros haikai estreando também novos solos.


Concepção, Escrita, Criação e Interpretação Sónia Baptista
Desenho de Luz Pedro Machado
Vídeo Rui Ribeiro, Sónia Baptista e Helena Nogueira Silva
Produção Executiva Meninos Exemplares/João Lemos
Produção Ninho de Víboras


THEATRO CIRCO | Av. da Liberdade, 697 | Braga
Mais informações: http://www.theatrocirco.com

sábado, 16 de abril de 2011

Ninho de Víboras estreia PONTO MORTO na 15ª Mostra de Teatro de Almada

17. Abr 11 - 21h30
RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA (antigo casino), Trafaria / Almada
45’ | M/12

PONTO MORTO
de Maria João Garcia
partir do texto “Na solidão dos campos de algodão” de Bernard-Marie Koltès
















Se o texto “Na solidão dos campos de algodão” de Bernard-Marie Koltès é o ponto de partida para o acto artístico, o ponto de chegada pretende ser um espectáculo que se apropria da situação que o texto propõe - um encontro entre dois homens que, a pretexto de uma suposta transacção, discorrem sobre o poder que cada um exerce sobre o outro e a convicção com que afirmamos os nossos propósitos no mundo, independentemente da escala de valores que utilizamos.
Um combate, sem chegar a sê-lo, entre duas vidas suspensas àquela hora e naquele lugar.

O colectivo artístico Ninho de Víboras surgiu em 1996, no mesmo ano em que se realizou a primeira Mostra de Teatro de Almada. Desde então participou em todas as edições, por vezes com mais do que um espectáculo ou actividade. Fez percorrer a Mostra por diversos espaços, desde a Incrível Almadense ao Auditório Fernando Lopes-Graça, passando pelo Teatro Extremo ou pelo Ginjal, pelas Casas da Juventude ou pelo Teatro Municipal, e várias vezes pelos Recreios Desportivos da Trafaria, local onde regressa nesta 15ª edição para estrear “Ponto morto”, uma performance teatral dirigida por Maria João Garcia.

Concepção e Direcção Maria João Garcia
Interpretação Paulo Diegues e Rui Cerveira
Desenho de Luz e Fotografia Alexandre Coelho
Som Emídio Buchinho
Com a colaboração de Karas, David, Sandra Ramos, Inês Nogueira e Pedro Sousa
Produção Ninho de Víboras
Apoios Câmara Municipal de Almada, Escola Andelmo de Andrade, Recreios Desportivos da Trafaria e Gitt
Agradecimentos casaBranca

Recreios Desportivos da Trafaria (antigo Casino)|Rua Guedes Coelho nº7, Trafaria
Informações e reservas: 21 273 81 02 | pteixeira@cma.m-almada.pt (seg. a sx.: 9.30h – 12.30h / 14.00h – 17.30h) ou viboras@netcabo.pt
Bilhetes: €5 |Bilhetes com desconto: €3,5

sábado, 4 de dezembro de 2010

NoExtremo, no Auditório Fernando Lopes-Graça em Almada

o Ninho de Víboras apresenta NoEXTREMO
Auditório Fernando Lopes-Graça [Almada]

10. Dez 10 - 21h30
VICE ROYALE. VAIN ROYALE. VILE ROYALE. 
de Sónia Baptista


11. Dez 10 - 21h30
12. Dez 10 - 18h
VENDE-SE PAÍS SOLARENGO COM VISTA PARA O MAR
direcção Cláudia Dias


VICE ROYALE. VAIN ROYALE. VILE ROYALE. de SÓNIA BAPTISTA
70’ | M/12
Vice Royale. Vain Royale. Vile Royale, é um tríptico. Uma performance que convoca as linguagens conceptuais e emocionais da dança, do cinema, da música e da poesia. Um espectáculo que apresenta e representa três personagens femininas deslocadas e desditosas numa sugestão de terras e tempos distantes.
















Direcção, Concepção, Textos - Sónia Baptista
Intérpretes – Sónia Baptista e Rogério Nuno Costa
Filme e Vídeo – Rui Ribeiro
Música Original – Alex Alves Tolkmitt
Desenho de Luz – Pedro Machado
Produção Executiva - João Lemos
Produção - Prado | Difusão - Ninho de Víboras
Projecto financiado pela Direcção-Geral das Artes/Ministério da Cultura

[estreou a 13 de Fevereiro de 2009 na Culturgest, em Lisboa. Apresentado em Vila do Conde, Évora, Guarda, Kortrijk (Bélgica) e Zagreb (Croácia)]
excerto vídeo: http://vimeo.com/6009565


VENDE-SE PAÍS SOLARENGO COM VISTA PARA O MAR
direcção CLÁUDIA DIAS
60’ | M/12
Vende-se País solarengo com vista para o mar é o trabalho resultante do projecto de formação na área da Composição Coreográfica, orientado pelas coreógrafas Cláudia Dias e Márcia Lança, entre Setembro de 2009 e Fevereiro de 2010, em Almada.





















Direcção e criação: Cláudia Dias
Assistência de Direcção e criação: Márcia Lança
Interpretação (NoExtremo): Cátia Leitão, Cláudia Dias, Dora Vicente, Maria João Garcia, Sílvia Pinto Coelho, Susana Gaspar e Tiago Gandra
Iluminação: Carlos Gonçalves
Som: David Palma
Produção executiva: Maria João Garcia
Produção: Ninho de Víboras
Apoio: Câmara Municipal de Almada
Projecto financiado pela Direcção Geral das Artes/ Ministério da Cultura

[estreou a 25 de Fevereiro de 2010 no Ponto de Encontro em Cacilhas, no âmbito da 14ª Mostra de Teatro de Almada]

Auditório Fernando Lopes-Graça - Fórum Municipal Romeu Correia, Praça da Liberdade, 2800 - 648 Almada
bilhetes: 6€ (desconto de 50% para jovens até 25 anos e adultos maiores de 65 anos)
informações e reservas: 21 272 49 22/20/27 - auditorio@cma.m-almada.pt
horário bilheteira: quarta-feira a sexta-feira, das 14h30 às 18h e hora e meia antes do espectáculo | sábados, das 15h às 18h e hora e meia antes do espectáculo | domingos, hora e meia antes do espectáculo

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

"23+1" de Cláudia Dias [Solos com Convicção] no Festival Trama, Porto

16. Out 10 - 15h30
Festival Trama - Museu de Serralves, Porto

23+1
Direcção: Cláudia Dias
Com: Cláudia Dias e António Coelho
Produção: Ninho de Víboras
Encomenda: Comissão Comemorações Centenário da República

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

"Vice-Royale. Vain-Royale. Vile-Royale" de Sónia Baptista na Guarda

14. Out 10 - 21h30
Festival Y#8, Teatro Municipal da Guarda, Guarda

sábado, 21 de agosto de 2010

"23+1" de Cláudia Dias [Solos com Convicção] no Jardim da Estrela, em Lisboa

21. Ago 10 - 19h
Coreto do Jardim da Estrela, Lisboa

23+1
Direcção: Cláudia Dias
Com: Cláudia Dias e António Coelho
Produção: Ninho de Víboras
Encomenda: Comissão Comemorações Centenário da República

sábado, 10 de julho de 2010

"Son(h)o" de Paulo Diegues no Festival de Monólogos, em Lisboa

SON(H)O
22. a 25. Jul 10
De quinta a Sábado às 21h30 / Domingo às 16 horas
CLUBE ESTEFÂNIA

Concepção e Direcção: Paulo Diegues
Interpretação: Iolanda Laranjeiro
Música original: Miguel Fonseca



Produção: Ninho de Víboras/2009
Espectáculo subsidiado pela Câmara Municipal de Almada

Preço Único. 10 Euros | Duração. 60’ | Classificação. M/4
Clube Estefânia/Espaço Escola das Mulheres.
R. Alexandre Braga, nº 24 A | 1150-004 Lisboa
Informações e reservas. 915.039.568

quinta-feira, 10 de junho de 2010

"23+1" de Cláudia Dias [Solos com Convicção] no Tempo, em Portimão

11. Jun 10 - 19h
Teatro Municipal de Portimão - TEMPO

23+1
Direcção: Cláudia Dias
Com: Cláudia Dias e António Coelho
Produção: Ninho de Víboras
Encomenda: Comissão Comemorações Centenário da República

informações: TEMPO - Teatro Municipal de Portimão
http://www.teatromunicipaldeportimao.pt/

segunda-feira, 24 de maio de 2010

"Vice-Royale. Vain-Royale. Vile-Royale" de Sónia Baptista em Zagreb

24. Mai 10 - 20h
25. Mai 10 - 22h
Dance Week Festival, Zagreb, Croácia












Vice Royale. Vain Royale. Vile Royale, é um tríptico. Uma performance que convoca as linguagens conceptuais e emocionais da dança, do cinema, da música e da poesia. Um espectáculo que apresenta e representa três personagens femininas deslocadas e desditosas numa sugestão de terras e tempos distantes.

Direcção, Concepção, Textos - Sónia Baptista
Filme e Vídeo – Rui Ribeiro
Música Original – Alex Alves Tolkmitt
Desenho de Luz – Pedro Machado
Figurinos e Adereços - Sónia Baptista
Intérpretes – Sónia Baptista e Rogério Nuno Costa
Produção Executiva - João Lemos
Produção - Prado
Co-produção - Culturgest (PT), Buda (BE)
Apoios - WpZimmer (BE), O Espaço do Tempo, Kodak, Crice
Projecto financiado pela Direcção-Geral das Artes/Ministério da Cultura
Difusão - Ninho de Víboras

ver video aqui: http://www.vimeo.com/6009565
página do festival: http://danceweekfestival.com/tsp/?lang=en

quarta-feira, 28 de abril de 2010

"23+1" de Cláudia Dias [Solos com Convicção] no Dia Mundial da Dança

29. Abr 10 - 13h30
Rua 1º de Dezembro, Lisboa (a fundo da Rua do Carmo)

23+1

Direcção: Cláudia Dias
Com: Cláudia Dias e António Coelho
Colaboração dramatúrgica: Rita Natálio
Pesquisa e colaboração: Mónia Mota
Texto: a partir de textos de Maria Veleda
Fotografia: António Coelho
Assistência de fotografia: Sandra Ramos

Assistência coreográfica: Miguel Pereira
Produção executiva: Maria João Garcia
Produção: Ninho de Víboras
Encomenda: Comissão Comemorações Centenário da República
Apoio: Metalurgia e PureZoom, Comunicação Unipessoal, Lda
Agradecimentos: Anselmo Dias, Rui Ramos, Teófilo Dias, Incrível Almadense e todos os homens e mulheres que colaboraram na realização das fotografias

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Um Capucho, Dois Lobos e Um Porco Vezes Três, em Aveiro

14. Abr. 10 - 10h30 e 14h30
Teatro Aveirense, Aveiro

Um Capucho, Dois Lobos e Um Porco Vezes Três
de Sónia Baptista
Com Sónia Baptista, Miguel Bonneville e Rogério Nuno Costa

Marcações através do Serviço Educativo do Teatro
seducativo@teatroaveirense.pt

domingo, 7 de março de 2010

estreia "23+1" de Cláudia Dias [Solos com Convicção]

7. Mar 10 - 21h
Fábrica do Braço de Prata, Lisboa

8. Mar 10 - 13h30
Rua 1º de Dezembro, Lisboa (adiado)

23 + 1 de Cláudia Dias (estreia)
Solos com Convicção -
Madalena Vitorino convidou cinco coreógrafas portuguesas - Cláudia Dias, Filipa Francisco, Joana von Mayer Trindade, Sofia Fitas e Susana Gaspar - para, no âmbito das Comemorações do Centenário da Republica, criarem Solos com Convicção. Tomam a história de algumas mulheres singulares e de forte personalidade do tempo da 1ª República, para a partir desta criarem pontos de vista próprios, coreográficos e dramatúrgicos.
Cláudia Dias escolheu como mote para o seu trabalho uma imagem emblemática - um retrato de Maria Veleda com outros militantes do Partido Republicano nas vésperas do regicídio. Uma mulher sentada entre vinte e três homens. Actualizar esta fotografia, reproduzindo-a num contexto actual, foi o ponto de partida para a criação de "23+1 ", uma Instalação/Performance que nos permite repensar a pertinência do discurso feminista nos dias de hoje.

Direcção: Cláudia Dias
Com: Cláudia Dias e António Coelho
Pesquisa e colaboração: Mónia Mota
Colaboração dramatúrgica: Rita Natálio
Texto: a partir de textos de Maria Veleda
Fotografia: António Coelho
Assistência de fotografia: Sandra Ramos
Assistência coreográfica: Miguel Pereira
Produção executiva: Maria João Garcia
Produção: Ninho de Víboras
Encomenda: Comissão Comemorações Centenário da República
Apoio: Metalurgia e PureZoom, Comunicação Unipessoal, Lda
Agradecimentos: Anselmo Dias, Rui Ramos, Teófilo Dias, Incrível Almadense e todos os homens e mulheres que colaboraram na realização das fotografias

ver: centenario da republica - solos com convicção

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

VENDE-SE PAÍS SOLARENGO COM VISTA PARA O MAR estreia na MOSTRA DE TEATRO DE ALMADA

25, 26 e 27. Fev 10 - 21h30
Casa Municipal da Juventude de Almada - Ponto de Encontro, Cacilhas


Vende-se País solarengo com vista para o mar é o trabalho resultante do projecto de formação na área da Composição Coreográfica, orientado pelas coreógrafas Cláudia Dias e Márcia Lança, desde Setembro de 2009, em Almada.
Este projecto alicerçou-se numa aprendizagem em situação, onde os alunos foram convidados a vivenciar todas as etapas do processo criativo, desde o momento detonador até à apresentação pública.
É uma peça exploratória de uma só imagem – a construção de uma planta – até ao surgimento de uma dramaturgia e de uma narrativa que emergem da leitura por parte do espectador.

Direcção: Cláudia Dias
Assistência de Direcção: Márcia Lança
Intérpretes/Participantes: Ângela Ribeiro, Ana Trincão, Cátia Leitão, Dora Vicente, Karenina de los Santos, Maria João Garcia, Sílvia Pinto Coelho, Susana Gaspar e Tiago Gandra
Apoio técnico: David Palma
Produção executiva: Maria João Garcia
Produção: Ninho de Víboras
Apoio: Câmara Municipal de Almada
Projecto subsidiado pela Direcção Geral das Artes/ Ministério da Cultura

informações e reservas: 21 273 81 02 | accao.cultural@cma.m-almada.pt
bilhetes: 5 euros (lotação limitada a 30 lugares por apresentação)